Viva as Mulheres

Proponho parar de se proteger as mulheres.
A proteção às mulheres são atitudes tipicamente masculinas senão mesmo machistas.
Quem menos conhecem as necessidades femininas são os homens, e mesmo a ciência nem propriamente desvendou essa natureza.
Nada melhor que elas próprias encontrem livremente seu caminho pela Sociedade, como os homens o fizeram até aqui.
Ainda vivemos num ambiente masculino, pela força e pelo berro, onde a mulher é o sexo frágil. Não é verdade.
Antes de serem respeitadas devem ser aceitas e reconhecidas para termos a tal igualdade de gêneros.
Gêneros estes hoje cada vez mais diversificados e menos compreendidos.

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Pela Lei Rouanet

A Lei permite que parte dos impostos devidos pelas pessoas jurídicas sejam direcionados ao incentivo cultural, em vez de diretamente ao estado. Para isto o incentivador, coletivo ou individual, tem que obter a devida permissão do estado e das empresas para receber os recursos. Teoricamente é perfeito. Mas o incentivo cultural já é tão dúbio como o próprio conceito de “cultura”.
Mas o Brasil permitindo essas iniciativas, continua tão perdulário como se gasta-se a seu critério os recursos e viabilizar os altos impostos em vigor. Se pelo menos houvesse forte fiscalização nas aplicações bem regradas.
O próprio governo no dispêndio dos seus recursos sofre pela má gestão com resultados pífios. A hipótese que a iniciativa privada o faria com melhores sucessos é factível.
Então, porque não resolver de forma mais ampla e sustentável em áreas que o governo insiste em manter, como na Educação e na Saúde?
Mas já existem muitos desses esforços, como nas “ONGs” (Organizações Não Governamentais), que recebem subsídios pelos diferentes Ministérios: do Trabalho, da Educação, da Cultura, das Cidades, etc. Mas a falta de acompanhamento e interesse da própria Sociedade, acaba gerando uma indústria da corrupção em níveis inimagináveis.
Agora, se o estado controlar de mais, as decisões tornam-se reféns de ideologias suspeitas ou não sustentáveis, pois os governos são passageiros.
Na Alemanha atual, é um Estado “Ordoliberalism”, um conceito acadêmico alemão, tipo “Social-Democrata socialista”, centralizador, intervencionista que quer  controlar até o Mercado, que decide, por exemplo, que nas escolas públicas impõe esta tal de “ideologia de gênero”, que chega a prender pais que, junto aos filhos se opõe ou boicotam explicitamente o projeto…
Desta forma, acredito que somente um Estado enxuto, com algumas poucas responsabilidades públicas e com poucos recursos financeiros, poderia erguer, democraticamente, uma forte rede de apoio efetivo da iniciativa privada com capital próprio, orientada e fiscalizada por agências especializadas, mas não intervencionistas…

Nós, os brasileiros

  1. O brasileiro tem duas alternativas de Vida: emigrar com as suas economias e procurar o seu lugar num Mundo melhor ou aguardar que outros resolvam a situação do “país” e sobrar algum pra si!
  2. A escravidão intensa e tardia fizeram do brasileiro um molenga, um preguiçoso, que nem cozinhar sabe!
  3. O aparelhamento das empregadas domésticas foi só pro governo receber mais impostos; se foi para resolver algum problema social, perdeu tempo, porque só confundiu, encareceu, e todos perderam!
  4. A falta de uma estrutura empresarial no Brasil é tal, que todos os que se metem a empresário, em qualquer atividade, sobrevivem muito pouco e ainda ficam devendo impostos ao governo!
  5. O preparo do brasileiro é tão parco, que por muito pouco ele já se acha e se mete a fazer coisas que pensava dominar!
  6. A moda é fazer Investimentos e viver de renda: isto só no Brasil!
  7.  A mão-de-obra brasileira é muito cara pela baixa produtividade e o salário é muito baixo que permita aprimoramentos próprios. E se a empresa treina funcionário, logo, logo, este procura um emprego “melhor”!
  8. Se as Esquerdas continuarem como Maioria, os que aqui ficarem, continuarão a ficar…

Passando pro Novo Gov

  1. Os Serviços Públicos governamentais deveriam ser Executados e Capitalizados pela Iniciativa Privada, exclusivamente. O Governo como um todo, só deveria conceituar as necessidades e leiloar as concessões. O Bom proveito seria para todos, inclusive a lucratividade…
  2. Privatizações podem ser deletérias, por serem empresas grandes demais, custosas demais, de difícil convencimento, necessitando de muito crédito estatal. Somente  os serviços é que deveriam ser retalhados, distribuídos, compartilhados e vendidos em concessões, e o passivo jurídico extinto…
  3. O Governo deveria somente se restringir e progredir em áreas comuns, tipo Segurança, Salubridade, Urbanismo, Miséria absoluta, e deixar que outros resolvam o resto…
  4. Um Regime em “PPP – Público-Privado”, só gera sabotagem, corrupção, clientelismo, votos a políticos, nunca acabam, desnecessárias e custam muito caro…
  5. A Terceirização jamais servirá ao Estado, pois este não teria como utiliza=la…
  6. O Empresariado não prescinde de subsídios estatais, pois o Mercado proverá todas as necessidades…

Direita – Esquerda

  1. A Esquerda se diz “tolerante”. A doutrina comunista diz se não ganhar agora, ganha amanhã, ou depois, sem alternativa;
  2. Das Esquerdas, o Comunismo-marxista é o mais radical, pois revolucionário, internacional; mas o Nazismo, o Fascismo, e outros ainda em voga com forte suporte militar, são todos Socialistas, totalitários; os piores são os doutrinadores;
  3. Uma diferença entre militantes da Extrema-Esquerda e da Extrema-Direita, aliás semelhantes na atuação, é que os da esquerda repetem um jargão coletivo, unido, e os da direita repetem um jargão “só seu”, individualista;
  4. Os “Liberais” são da Direita por que almejam politica, comunitariamente, com menor influência dos Comuns e maior suporte de cada um;
  5. Os “Socialistas” são da Esquerda por que almejam a Centralização forte, pois é a única forma de fazer funcionar um sistema igualitário, sem melhores nem piores;
  6. Os “Conservadores”, de forte influência histórico-judaico-cristã, consideram que as Instituições e os costumes a preservar, são de origem religiosa e apropriadas pela secularização;
  7. A “Poliarquia”, o governo de muitos, que se viabiliza pela Internet, democraticamente, com eleições não obrigatórias e voto aberto;

Artes Contemporâneas

Fazer “Arte”, do ponto de vista “Cultural”, é declarar como popular e contemporâneo:
À época “Clássica”, antes do sec.XIX, quando o popular era a elite, escasso, as artes eram perfeccionistas, na pintura, na música, na literatura, na arquitetura;
Na “Romântica” em pleno sec.XIX, onde a burguesia se forma o “popular” o próprio gosto se apropria: o “Impressionismo”, o apresentável, o descritivo, tomam aspecto;
Na mudança para o sec.XX a arte toma um rumo revolucionário, subversivo, pessoal, simplista, atonal: “Cubismo”, “Expressionismo”;
Pro sec.XXI, a arte fica “chocante”, infantil, sexualista, impressionante, inteligente, que nem o autor entende, mas os “populares”, sim!
O problema é pagarmos pra isto, que diga o Rouanet…